Trabalhadores devem voltar para o escritório em 2021

Empresários do setor de alimentos, bebidas e bens de consumo explicam a movimentação do trabalho presencial


Um quarto dos brasileiros empresários de alimentos, bebidas e bens de consumo afirmam que os profissionais da área devem retornar ao escritório em 2021. Mas 22% voltando entre setembro e dezembro deste ano, 19,4% não tiveram o acesso ao escritório proibido, 16,6% voltam neste mês e 13,8% já retornaram. São estatísticas da “Pesquisa Nacional: como será o retorno aos escritórios” conduzida pela KPMG, com executivos do setor.


“A pesquisa aponta que as empresas estão buscando se adaptar a essa nova realidade, implementando medidas para que o retorno dos funcionários aconteça de forma segura. A retomada será gradativa até para que os gestores possam avaliar a efetividade da implementação desse processo”, afirma André Coutinho, sócio líder de Clientes e Mercados da KPMG no Brasil e na América do Sul.


Alguns trabalhadores já voltaram para o escritório e outros somente no ano que vem (Foto: mídia wix)

Já na visão de Fernando Gambôa, sócio líder do Setor de Consumo & Varejo da KPMG no Brasil e América do Sul, “os dados apresentados estão bem alinhados com o que temos visto no mercado e discutido com nossos clientes. Quando olhamos o setor, sabemos que os fabricantes de produtos essenciais, como alimentos e bebidas, implementaram estratégia híbridas para seguirem operando. As fábricas implementaram protocolos de segurança visando o bem-estar da equipe em campo, incluindo medição de temperatura, uso de EPI, teste dos funcionários entre outros, enquanto as equipes do chamado back office e vendas foram colocados em regime de trabalho remoto. Com a retomada dos pedidos pelo varejo, vemos esta expectativa de que as equipes voltem de forma segura e gradativa aos escritórios até o final do ano”.



Em relação a produtividade em um trabalho home office, 44,34% afirmam que manteve, para 22% houve um aumento na produção de até 20%, para 11% foi mais de 20% e para 11% houve uma redução de 20%.


Fonte: NewTrade

Texto por Juliana Neves – Redatora EVA

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