Trabalhadores brasileiros desejam continuar em home office

A tendência do trabalho remoto é vista como uma condição positiva para as empresas


Alguns trabalhadores iniciaram suas atividades em home office desde o início da pandemia, levando para suas casas computadores, teclados e cadeiras dos escritórios. Sendo um prazo de quatro meses para adaptarem e avaliarem o novo modelo de trabalho.




A pesquisa da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP diz que 70%, dos participantes do estudo, desejam continuar trabalhando em suas residências, contra 19% que não gostaria de continuar em home office e 11% são indiferentes. São dados captados a partir de 1.300 pessoas entrevistadas para a realização da pesquisa, composta profissionais de alta qualificação e renda elevada.


A tendência é que o modo home office perdure por muito tempo (Foto: mídia Wix)

Wilson Amorim, professor e coordenador do relatório, se diz surpreso com os resultados em razão das circunstâncias, pois o profissional esperava uma reação contrária ao home office e não foi o que aconteceu.


Opinião diferente do professor de gestão de Stanford, Robert E. Singel, que avalia a preferência pelo trabalho flexível seria uma escolha natural. Pois os trabalhadores adquiriram comodidade e facilidade para organização nas tarefas do cotidiano.


Em comum, os professores acreditam que a economia de tempo para se descolocar até o ambiente de trabalho e um ganho maior na qualidade de vida influenciam no desejo em manter o serviço remoto.




Sem mencionar na possível insegurança à saúde e o aumento de desemprego ajudam a crescer uma satisfação de quem pode permanecer em casa. E isso é visto com bons olhos, o home office é positivo para as empresas.




Este formato de trabalho reduz custos empresariais, aluguel e energia, além de aumentar em 13% a produtividade dos funcionários. Sendo assim, muitas empresas já anunciaram a continuação do trabalho remoto, tornando a presença no escritório algo opcional para o trabalhador.


Fonte: NewTrade

Texto por Juliana Neves – Redatora EVA

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