O varejo não vive um apocalipse

O fim do varejo é encarado como um mito mesmo com a ascensão da loja on-line


Há algum tempo a população comenta sobre um possível apocalipse do varejo tradicional. Mas as vendas virtuais ainda representam 10% do total do setor e 90% são transações que ocorrem em estabelecimentos físicos. Entretanto, a pandemia causou uma mudança, deixando claro que os números estão mudando e a preferência do consumidor está sendo o on-line.


São diversos fatores, como restrição de circulação e desemprego, que fazem o consumidor ser mais seletivo e o varejo tem sido um dos setores mais atingidos pela crise sanitária.


Coresight Research, uma empresa de pesquisas, esclarece que até 25 mil lojas podem fechar as portas em 2020. Um comparativo muito diferente em relação a 2019, que no ano passado 9.300 lojas encerraram suas atividades.



O varejo não vive o seu fim, mesmo com o aumento das compras em lojas on-line (Foto: licença Freepik)

Algumas marcas conhecidas, como rede de suplementos alimentares GNC e a de roupas femininas Ann Taylor decretam estar em acordo com a estatística, como a JC Penny que tem 118 anos de história.


Já a espanhola, Inditex, dona da Zara, divulgou que até junho 1.200 de lojas serão fechadas de modo permanente nos próximos dois anos.


Na visão de Matthew Shay, presidente da National Retail Federation (NRF), uma associação que reúne os varejistas americanos para uma convenção anual, diz que “a ideia de um apocalipse do varejo é um mito”.


O presidente também acredita que a pandemia acelera transformações na experiência dos clientes e esclarece que o momento atual é a oportunidade de os lojistas transformarem seus negócios, os que conseguirem sobreviver.



Fonte: InfoMoney

Texto por Juliana Neves – Redatora EVA

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