O setor de moda lidera em ações de interações no Instagram

Empresas fortaleceram a imagem no ambiente virtual para estarem mais próximas dos clientes


A consequência da pandemia foi o isolamento social que fez com que as pessoas começassem a utilizar a tecnologia para quase tudo, principalmente, foi uma saída para a população se sentir mais próxima de suas marcas preferidas.


Movimento que possui como objetivo receber informações sobre novidades de produtos e para saber o que as empresas estão fazendo para ajudar a amenizar a proliferação do vírus.


Algo que fez com que as empresas se preocupassem mais com as suas mídias sociais, tendo como principal canal o Facebook. E o destaque é o segmento de moda sendo líder no quesito interação no Instagram e, ao mesmo tempo, ocupa o quarto lugar em ambas as mídias sociais. São informações de acordo com o estudo da plataforma Socialbakers sobre desempenho dos segmentos nas mídias sociais mais usadas, Facebook e Instagram.



Moda, varejo e beleza são os segmentos mais presentes em mídias sociais (Foto: licença Freepik).

A estatística aponta que, no Facebook, o comércio eletrônico está com 21,7% de interações, o varejo com 16,4%, moda com 9,3%, beleza com 9,2%, serviços com 7,2%, serviços alimentícios com 5,7%, bancos com 3,9% e bens domésticos correspondem a 3,3%.


Já no Instagram a moda está liderando com 23,1%, em seguida o comércio eletrônico com 22,5%, varejo representa 19%, beleza com 10,1%, serviços são 5,8%, eletrônicos 2,5%, bens domésticos 2,3% e serviços alimentícios com 2,1%.


Outro relatório

Baseado em outra pesquisa, da Mastercard Speding Pulse, indica que as vendas virtuais cresceram 75% no mês de maio e a média do último trimestre foi de 48%, dado acima do primeiro trimestre que era 14%.


O volume total de vendas do varejo registrou uma queda de 3% em relação ao maio do ano passado, e neste dado não conta com vendas de automóveis, materiais de construção, restaurante e cama, mesa e banho. A média do decrescimento é de -10% em relação ao mesmo período em 2019.


Entretanto, dois setores registraram crescimento, que são os supermercados com 16% e artigos de uso pessoal e doméstico com 5%. E vestuários, móveis e eletrodomésticos, combustíveis e artigos farmacêuticos tiveram um mal desempenho.


Ao comparar os dados numéricos por regiões, a Sul está com 0,4% e Sudeste com -2% acima da acima, Norte com -6%, Nordeste com -5% e Centro Oeste com -9% estão abaixo do registrado em relação ao varejo.


Fonte: Monitor Mercantil

Texto por Juliana Neves - Redatora EVA.

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