O setor de Material de Construção registra crescimento pela nona semana

Cielo divulgou outra pesquisa sobre o varejo brasileiro durante a pandemia até 04 de julho



Mais uma vez a Cielo realizou uma pesquisa para analisar os impactos da Covid-19 no Varejo Brasileiro, são dados do início de março até o dia 04 de julho. Um levantamento que envolve o varejo total e blocos de setores consolidados, bens não duráveis, bens duráveis e serviços.


Em uma visão geral, o varejo total apresenta uma queda de -27,5% e entre os dias 28 de junho a 04 de julho registrou -18,4%, a menor porcentagem de todo o período de análise. Os Bens não duráveis é o responsável pela menor queda em todo período, mas nas últimas semanas apresentou +2,7% de crescimento.


Bens duráveis possui uma totalidade de queda de -35,2% e -15,3% somente na última semana da pesquisa, e serviços apresentou um decrescimento de -62,3% e -61,4% apenas em 28 de junho a 04 de julho.


Bens Não Duráveis

Em uma visão mais setorizada inicia-se com Drogarias e Farmácias com uma queda de -3,7% no período acumulado e uma esperança de +1,8% de aumento nas últimas semanas. Em seguida, vem os Supermercados e Hipermercados que só evoluem em suas vendas desde o início da pandemia com +15,8% e +16,6% na última semana.


O segmento que não registra nenhuma queda desde março (Foto: ilustração do relatório Cielo).

Postos de Gasolina em nenhum momento houve crescimento, totalizando uma queda de -34,7% desde março até o dia 04 de julho. Os demais setores também caíram com um total de -21,7%.


Bens Duráveis

As estatísticas iniciam com um olhar analítico para o setor de Vestuário que demonstra um crescimento de 0,3% em 01 a 07 de março, entretanto, a queda começou em 08 de março com um total de -61,8% e -44,3% somente na última semana.


Móveis, Eletro e Lojas de Departamento começam março com queda de -22,3% e apresenta crescimento a partir de 31 de maio a 04 de julho com +31,3% de dado positivo.


O segmento de Material de Construção registra crescimento de +0,9% no período acumulado da pesquisa, sendo que havia sinais positivos em março com 5,8% para depois vir em seguida uma queda de -130,9% e voltar a crescer a partir de 03 de maio a 04 de julho com 142,7%. Dado significativo de resultados gratificantes de vendas.

O setor que mais cresceu depois de Supermercados e Hipermercados (Foto: ilustração do relatório Cielo)

Outros setores iniciam e finalizam o período do levantamento com uma queda de -36,9% e -30,6% na última semana, 28 de junho a 04 de julho.


Serviços

O segmento de Turismo e Transporte apresenta alto índice de queda com -79,1% em todo o período das análises e somente -80,8% na última semana.


Bares e Restaurantes, talvez, um dos setores do varejo mais atingindo desde o início da pandemia sem uma esperança de voltar para o crescimento de vendas com -61,3% de queda.


Os Serviços Automotivos e Autopeças iniciava o mês de março com 2,3% de positivo, mas totaliza uma queda de -19,8% até o dia 04 de julho. E os demais setores continuam a cair com -45,3% e -43,1% na última semana.


Caso alguém deseje informações mais detalhadas sobre os setores e em regiões é preciso solicitar o pedido pelo o endereço de e-mail icva@cielo.com.br.




Texto por Juliana Neves - Redatora EVA.

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