Durante a quarentena, brasileiros têm comprado cosméticos e roupas


Além de produtos essenciais, como alimentos, remédios e materiais de limpeza, na quarentena, as pessoas têm comprado itens que, em tese, são mais baratos e que não representam um risco ao orçamento doméstico. É o caso de cosméticos, roupas e calçados. Essa é a conclusão de uma pesquisa com 500 pessoas sobre hábitos de consumo realizada pelo Instituto Ipsos a pedido da Exame.



“Em geral, é necessário que haja estabilidade econômica para que as pessoas comprem produtos mais caros”, explica Tânia Cerqueira, diretora de negócios do Ipsos.


Segundo a executiva, quase metade dos entrevistados disse que não houve queda de preços de eletrônicos nem de vestuário – itens que aparecem nas primeiras colocações do levantamento como aspirações para quando a crise chegar ao fim. Entre os que perceberam queda, a maior parte acredita que os preços de roupas devem cair mais.


“Momentos de crise trazem consigo rupturas. Acredito que a forma de consumir roupas e produtos de beleza vai mudar, e as indústrias precisam se mexer. Têm de desenvolver materiais mais resistentes à lavagem, por exemplo, pois agora toda vez que se vai à rua é preciso lavar roupa.”



FONTE: NewTrade

logo 1 - transp@4x.png
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Twitter
  • Pinterest

EVA - Escola de Varejo Aplicada © 2006 - 2020 | Um produto Renove - CNPJ: 08.992.904/0001-52