A pandemia proporciona mudanças no modo de trabalhar para sempre

Modificações foram aceleradas em razão aos impactos do coronavírus


Em um mundo pré-pandemia, o “antigo normal”, havia alguns sinais de inovações no setor trabalhista que foram acelerados no período em que estamos vivendo. É nesse sentido que há algumas modificações que vieram para ficar para sempre no varejo, incluindo buscar por adaptação no mercado, dos lojistas e do consumidor.



Home office e economia de espaços

Marcos Gouvêa, fundador e diretor-geral do Grupo GS&Gouvêa, contou que a previsão de um modo de trabalho em home office permanente seria daqui 21 anos, mas a pandemia promoveu a rapidez deste processo em apenas três meses. Com isso, as empresas observaram e avaliaram a possibilidade de pôr em prática uma economia de espaços com escritórios menores e uma vida mais simples.


Mudança na estrutura do mercado

Toda a estrutura do varejo mudará pelo motivo de um menor deslocamento de pessoas, pois a população mudou os locais de compras e usam mais o sistema de delivery, principalmente, para adquirir produtos alimentícios.


Eventos e viagens

Um dos setores que será mais impactado em uma condição pós pandemia é o lazer. Com o uso de lives foi possível promover eventos para mais de 10 mil pessoas, por exemplo, trazendo dificuldades diretas para hotéis e turismo.



Home office é uma das alterações que vieram para ficar (Foto: licença Freepik).


Perfil do omniconsumidor

O consumidor DC (depois do coranavírus) será uma pessoa mais preocupada com a saúde, com a qualidade da alimentação, com os locais que frequenta, com a higiene e o tempo que está presente em algum espaço. Portanto, são fatores que alteram o perfil dos gastos do cliente, com abertura de novas possibilidades de negócios em diversas áreas.


Valores

“As empresas estão pesquisando, analisando, querendo entender para onde as coisas vão para se reposicionarem no que diz respeito a canais, produtos, embalagens, estratégia de distribuição e lojas”, fala Marcos.


Rotina de trabalho

Quase que na totalidade que os trabalhadores estão mais produtivos do que antes, no período de quarentena. Pois, não se deslocam e tem mais tempo para focar no trabalho. Em paralelo, há uma pressão para redução de custos e elevar o faturamento.


De acordo com uma estimativa, o comércio eletrônico no país pode chegar a R$100 bilhões de faturamento em 2020, um crescimento de 61,5% comparado a 2019.



Outro fator interessante e que merece atenção é o Direito do Consumidor, será mais acessível em razão das marcas e fornecedores estarem mais próximos dos seus clientes.


É uma mudança cultural e organizacional com agilidade e foco no consumidor por ser uma atitude primordial em empresas pequenas ou grandes. Sem contar que, em um cenário on-line, a concorrência aumenta e ganha quem tiver o melhor serviço ou produto e experiência para oferecer.



Fonte: NewTrade

Texto por Juliana Neves – Redatora da EVA.

logo 1 - transp@4x.png
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Twitter
  • Pinterest

EVA - Escola de Varejo Aplicada © 2006 - 2020 | Um produto Renove - CNPJ: 08.992.904/0001-52