5 tendências em alimentação que devem permanecer após a pandemia

Um estudo do Instituto Qualibest junto à consultoria Galunion identificou algumas tendências em alimentação que devem permanecer após o período do isolamento social e da pandemia. A mais votada segundo os 1108 entrevistados online foi a da “Comida Saudável e Dietas Funcionais”, eleita por 74% dos participantes da pesquisa. Dentro dessa vertente, entende-se dietas como “sem lactose, sem glúten ou “altas doses de proteína”.


A segunda forte tendência indicada pelos pesquisados foi “Naturalidade/ Frescor dos Alimentos”, apontada por 73% da amostra. A Preocupação com a Sustentabilidade na produção do alimento vem logo em seguida, com 68% da preferência.



A Valorização da marca/ Origem dos Produtos é apontada por 60% dos participantes da pesquisa, realizada entre 3 e 7 de julho, como a terceira onda do estudo “Alimentação na Pandemia”. Dividindo a quinta posição no ranking de tendências que devem permanecer após a pandemia estão Produtos livres de Ingredientes Artificiais (Clean Label) e Proibição do uso do plástico em embalagens e utensílios descartáveis, ambas com 51% da preferência dos participantes.


Outras quatro tendências relevantes também foram mencionadas pelos entrevistados e que valem a atenção dos envolvidos na cadeia de alimentação. São elas:

  • Novidades em produtos plant-based para substituir proteínas de origem animal 33%);

  • Pães de fermentação natural (31%) ;

  • Novos cortes de carne / alternativas de raças Angus, Nelore, entre outras (30%);

  • Pratos Veganos 29%).


FONTE: NewTrade

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